
O projeto de lei nº 030/2023, proposto pelo prefeito Joselito Gomes (PSB) e enviado com caráter de urgência à Câmara de Vereadores de Gravatá, que busca autorização do legislativo para um empréstimo de até R$ 60 milhões com o Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal não foi analisado nesta quarta-feira (25), devido à falta de quórum parlamentar: 10 dos 15 vereadores da Casa estavam ausentes.
Léo Giestosa (PTB), aliado de Léo do Ar (PSDB), presidente da Câmara, foi o único a justificar sua falta, citando uma “viagem familiar”. No entanto, mesmo que estivesse presente, o quórum mínimo de 8 vereadores, exigido para deliberações financeiras, não seria atingido.
O prefeito Joselito Gomes, por sua vez, não conseguiu mobilizar os vereadores da base governista para evitar o adiamento da votação. O grupo de nove vereadores é composto por nomes como Neném de Uruçu (PV) e Leandro do Transporte Alternativo (PL), considerados “fiéis escudeiros”. Outros parlamentares de viés governista estão dentro do grupo, como Adeildo do Abacaxi (MDB), Nino da Gaiola (PP), Régis da Compesa (União Brasil) e Tonho da Rodoviária (PTB). Os oposicionistas Bruno Sales (PSDB), Gil Dantas (PSDB) e Tadeu Orlando (PSDB) completam o grupo.
A ausência dos nove parlamentares sinaliza que as tensões internas na Câmara de Gravatá permanecem. Leo do Ar, que voltou a ocupar a presidência da Câmara através de uma liminar, tem enfrentado resistência do grupo opositor, liderado por Régis da Compesa (União Brasil).
O presidente da Câmara, Léo do Ar, anunciou que já informou os gabinetes dos vereadores sobre a data de uma nova reunião ordinária, embora não tenha especificado quando será ao ser questionado pela imprensa.
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