Avante oficializa candidatura de Augusto Cury à Presidência da República
Durante o ato de convenção, escritor defende adoção do semipresidencialismo, e diz que convidaria Tarcísio de Freitas para ser primeiro-ministro
O Avante oficializou, na noite de segunda-feira (3.ago.2026), a candidatura do escritor Augusto Cury à Presidência da República nas eleições de outubro. A convenção partidária foi realizada na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). A chapa ainda não tem vice definido.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), participou da convenção e acompanhou Cury durante o evento. Também estiveram presentes o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), e o presidente da Alesp, André do Prado (PL), candidato ao Senado por São Paulo.
Durante o discurso, Augusto Cury afirmou que, se eleito, defenderá a adoção do semipresidencialismo no Brasil e disse que convidaria Tarcísio de Freitas para exercer o cargo de primeiro-ministro.
"Se eu tiver o privilégio de sentar na cadeira de presidente, provocaria o Brasil para mudar o regime presidencialista para o regime semipresidencialista. Um primeiro-ministro que está no meu radar, que eu teria o privilégio de convidar, se chama Tarcísio de Freitas", afirmou.
Durante a convenção, Tarcísio desejou sucesso ao candidato. "Você que é uma pessoa consagrada, que se lança à Presidência da República, a gente está aqui para te desejar boa sorte nessa caminhada", afirmou o governador, que é um dos principais apoiadores da candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência.
Saiba mais sobre Augusto Cury
Augusto Cury tem 68 anos, é médico psiquiatra, escritor e palestrante. Tornou-se conhecido nacional e internacionalmente pelos livros voltados à psicologia, educação e desenvolvimento humano, com obras publicadas em diversos países. Esta é a primeira vez que disputa um cargo eletivo. Em 2026, foi escolhido pelo Avante para concorrer à Presidência da República.
Entre as principais propostas apresentadas por Augusto Cury estão a adoção do semipresidencialismo, a ampliação de políticas voltadas aos neurodivergentes e o fortalecimento da educação, com defesa do ensino integral e da educação técnica no ensino médio.
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