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Eleições 2026: do combate à cúpula do crime à criação de superpresídios, segurança domina discursos na largada da campanha pela Presidência

Lula defendeu atingir à cúpula do crime organizado; Flávio e Renan prometeram ofensiva contra facções, e Zema propôs presídio para líderes do crime

Montagem com fotos dos candidatos à Presidência Lula, Flávio Bolsonaro, Renan Santos, Ronaldo Caiado e Romeu Zema, lado a lado.
Lula, Flávio Bolsonaro, Renan Santos, Ronaldo Caiado e Romeu Zema abriram neste domingo (16) a campanha pelo Palácio do Planalto. Foto: Montagem

Os cinco candidatos à Presidência mais bem posicionados nas pesquisas foram às ruas neste domingo (16.ago.2026), primeiro dia oficial da campanha eleitoral. Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) fizeram atos em quatro Estados, com segurança pública entre os temas que mais apareceram nos discursos.

Lula escolheu o Estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo (SP), ligado à sua trajetória sindical, para abrir a campanha pela reeleição. O presidente afirmou que buscará um quarto mandato para impedir a volta da direita ao governo e defendeu atingir as lideranças do crime organizado. “É fácil matar o bandido numa favela. Agora, o cara que manda tá no apartamento de cobertura”, disse. Também voltou a defender a criação do Ministério da Segurança Pública.

No Rio, Flávio Bolsonaro iniciou a campanha com comício em Copacabana. Criticou Lula na segurança e na economia, prometeu classificar PCC, Comando Vermelho e milícias como organizações terroristas e disse ser “o único” capaz de negociar com diferentes potências mundiais.

Renan Santos abriu a campanha no Largo São Francisco, em São Paulo, com críticas aos dois líderes das pesquisas. O candidato afirmou que pretende chegar ao segundo turno e prometeu enfrentar as facções criminosas, além de defender reformas econômicas e mudanças na atuação internacional do Brasil

Em Goiás, Ronaldo Caiado iniciou a campanha com missa e carreata pelo Entorno do Distrito Federal. O candidato afirmou que usará resultados de sua gestão como governador para apresentar propostas nacionais. “O que eu apresentei como campanha é exatamente o que eu posso mostrar aqui no estado de Goiás como realizado”, disse.

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Já Romeu Zema iniciou a campanha em Montes Claros (MG) defendendo três eixos: combate à corrupção, controle dos gastos públicos e segurança. O candidato do Partido Novo prometeu classificar facções como terroristas e construir um superpresídio no Norte do país para receber lideranças de organizações criminosas.

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