Terça-feira, 8 de setembro de 2026 MPJ | Mais Pelo Jornalismo
Início Gravatá Pernambuco Brasil
Publicidade
/apidata/imgcache/06e0f0a26de7d2036a0e73c39b47861d.webp?banner=top&when=1788860612&who=37

Renan Santos defende nova reforma da Previdência, corte de R$ 1 trilhão em gastos e armas nucleares para o Brasil

Candidato do Missão à Presidência também propôs dez novos presídios federais e uso do estado de defesa em áreas dominadas pelo crime

Renan Santos, de terno preto e camisa branca fala durante entrevista em estúdio de televisão, gesticulando com os dois dedos indicadores.
Renan Santos, candidato à Presidência da República pelo Missão durante entrevista à TV Globo. Foto: Reprodução/TV Globo

O candidato do Missão à Presidência da República, Renan Santos, defendeu uma nova reforma da Previdência, prometeu cortar R$ 1 trilhão em gastos públicos e afirmou que o Brasil deve discutir o desenvolvimento de armas nucleares. As declarações foram dadas nesta quarta-feira (26.ago.2026), durante entrevista à TV Globo.

Ao abordar a Economia, Renan afirmou que uma nova reforma da Previdência será necessária para evitar o desequilíbrio das contas públicas. “Vamos precisar fazer outra reforma da Previdência. Vai quebrar em três anos, você não tem aposentadoria”, disse. O candidato também defendeu a desvinculação dos pisos de gastos com saúde e educação.

Questionado sobre a promessa de cortar R$ 1 trilhão em despesas públicas, o candidato do Missão sustentou que pretende, no mínimo, estabilizar a trajetória da dívida por meio da redução de gastos e do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

Na política de Defesa, Renan Santos defendeu que o Brasil desenvolva armas nucleares e deixe o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares. “Se a gente quiser ser uma nação séria e respeitada nos próximos 30 anos, nós precisamos ter armas nucleares”, afirmou. Renan reconheceu, porém, que o país não teria condições de desenvolver esse tipo de armamento nos próximos dez anos.

Na Segurança Pública, Renan prometeu construir dez presídios federais, com investimento estimado por ele em R$ 6 bilhões. O candidato também defendeu adotar medidas inspiradas no governo de Nayib Bukele, em El Salvador, incluindo o uso do estado de defesa em áreas dominadas por organizações criminosas. “Vai ter um regime de exceção em favelas para eu retomar a favela”, disse.

Publicidade
/apidata/imgcache/9baca100f826885f38870a5da818afdf.jpeg?banner=postmiddle&when=1788860612&who=37

Sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), Renan reafirmou que poderia descumprir decisões que considerasse ilegais. “Decisão ilegal não se cumpre”, argumentou. Segundo ele, isso não significa que pretenda desrespeitar todas as determinações da Corte.

Ao tratar da política externa, Renan criticou a relação do governo Lula (PT) com a China. “O Brasil, hoje, é um vassalo da China, de acordo com a ação política do Lula, no cenário global”, afirmou o candidato do Missão.

Receba notícias direto no celular entrando nos grupos do Diário Gravatá.

Clique na opção preferida:

WhatsApp | Facebook

© 2026 | Conforme Lei nº 9.610/98, todos os direitos deste conteúdo são reservados ao Diário Gravatá. A publicação, redistribuição, transmissão e/ou reescrita sem autorização prévia é proibida.

Leia também

Publicidade
/apidata/imgcache/9baca100f826885f38870a5da818afdf.jpeg?banner=postmiddle&when=1788860612&who=37