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Romeu Zema promete reduzir juros a 6%, corrigir salário mínimo pela inflação e anistiar condenados pelo 8 de Janeiro

Candidato do Novo à Presidência também falou sobre dívida pública, vacinação obrigatória, segurança e expansão do ensino em tempo integral

Romeu Zema, candidato à Presidência da República pelo Novo durante entrevista à TV Globo.
Romeu Zema, candidato à Presidência da República pelo Novo durante entrevista à TV Globo. Foto: Globo/Manoella Mello

O candidato do Novo à Presidência da República, Romeu Zema, prometeu reduzir a taxa básica de juros (Selic) a 6% ao ano, corrigir o salário mínimo pela inflação e anistiar condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, caso seja eleito. As declarações foram dadas nesta segunda-feira (24.ago.2026), durante entrevista à TV Globo.

Ao abordar a Economia, Zema sustentou que a redução dos juros será prioridade caso seja eleito, mas não detalhou as medidas do ajuste fiscal. “Com um governo sério, com credibilidade, combatendo corrupção e fraudes, essa taxa cai para 6%”, projetou. Também prometeu garantir a reposição da inflação no salário mínimo. “Garanto que ninguém vai ter perda”, assegurou.

Questionado sobre a dívida pública de Minas Gerais, Zema argumentou que não contratou empréstimos e relatou ter recebido o Estado com déficit de R$ 11 bilhões e encerrado o governo com superávit de R$ 5 bilhões. “O ajuste foi feito”, sustentou.

Em relação ao 8 de Janeiro, Zema prometeu anistiar os condenados e classificou os julgamentos realizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) como “nitidamente políticos”. Também defendeu punição por vandalismo e depredação. “Eu darei anistia ou, pelo menos, no mínimo, um tribunal que não seja político, um tribunal que seja judicial”, respondeu.

Ao ser questionado sobre vacinação, o candidato ressaltou acreditar na ciência e recomendar a imunização, mas rejeitou a obrigatoriedade. “Eu tomei todas as vacinas da Covid, acredito na ciência, recomendo que tome”, pontuou.

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Para a Segurança Pública, Zema citou medidas adotadas pelo governo de Nayib Bukele, em El Salvador, como referência, mas rejeitou a suspensão de direitos. “Nós podemos fazer prisões aqui dentro da nossa lei”, argumentou. Para combater a violência contra as mulheres, defendeu ampliar delegacias especializadas, casas de acolhimento e o uso de tornozeleiras eletrônicas contra agressores.

Na Educação, prometeu multiplicar por dez o número de escolas de tempo integral no país. “Me comprometo, como eu fiz em Minas, dez vezes”, assegurou o candidato do Novo à Presidência.

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