
A Câmara Municipal de Gravatá, nesta quarta-feira (14), decidiu rejeitar o veto do prefeito Joselito Gomes (Avante) à emenda aditiva que assegura aos professores contratados temporariamente o mesmo reajuste salarial dado aos profissionais efetivos da rede municipal de ensino, conforme o projeto de lei nº 3.995/2025. A votação contou com 10 votos contrários ao veto, 4 favoráveis e 1 abstenção.
A medida prevê reajuste total de 6,27% aos efetivos, escalonado em 4% a partir de 1º de junho de 2025 e 2,27% a partir de 1º de outubro de 2025. Uma emenda aprovada pelo Legislativo, de autoria da vereadora Ninha Professora (PSB), incluiu os contratados nos mesmos percentuais e datas. A matéria foi sancionada pelo prefeito Joselito em 30 de junho, com veto ao reajuste para os contratados.
Justificativa do veto
O governo Joselito Gomes fundamentou o veto em vício de iniciativa, ausência de lastro orçamentário e financeiro, com base da Lei de Responsabilidade Fiscal e no regime jurídico distinto dos contratos temporários em relação aos cargos efetivos.
E agora?
Com a rejeição do veto, a emenda segue para promulgação no âmbito do Legislativo, conforme o rito previsto na Lei Orgânica do Município.
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