
A taxa de desemprego no Brasil registrou queda, alcançando 8,3% no trimestre encerrado em maio, o menor valor desde 2015 para este mesmo período, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, publicada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (30).
Comparado ao trimestre anterior, a taxa de desemprego sofreu uma redução de 0,3 ponto percentual. Em contrapartida, a quantidade de desempregados diminuiu 3%, totalizando 8,9 milhões de pessoas – uma queda de 279 mil em comparação ao último trimestre. Quando comparado ao mesmo trimestre do ano passado, a redução é ainda mais expressiva, atingindo 15,9%, o que representa 1,7 milhão de trabalhadores.
O total de indivíduos ocupados permaneceu estável em relação ao trimestre anterior, totalizando 98,4 milhões de brasileiros. No entanto, na comparação anual, observa-se um crescimento de 0,9%, ou seja, um adicional de 884 mil pessoas ao grupo.
Um dos destaques apontados pelo IBGE é o aumento no número de pessoas que deixaram de buscar por trabalho. A população fora da força de trabalho aumentou 0,6% em relação ao trimestre anterior e 3,6% em relação ao mesmo período do ano passado, totalizando 67,1 milhões de pessoas. Isso indica um acréscimo de 382 mil indivíduos no trimestre e 2,3 milhões no ano.
Por outro lado, a população na força de trabalho, composta por aqueles que estão empregados ou procurando por emprego, permaneceu estável em relação ao trimestre anterior, somando 107,3 milhões de pessoas. Este número representa uma queda de 0,7% na comparação anual.
O estudo do IBGE também aponta para uma diminuição na população desalentada, ou seja, pessoas que desistiram de procurar emprego, totalizando 3,7 milhões. Isso representa uma queda de 6,2% no trimestre e 14,3% no ano.
O setor de administração pública liderou o aumento no número de empregados, principalmente no segmento de educação. No entanto, houve queda no número de trabalhadores nos setores de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura.
Em relação aos rendimentos, o rendimento real habitual ficou estável em relação ao trimestre anterior, com um valor de R$ 2.901. Comparado ao mesmo período do ano passado, houve um aumento de 6,6%.
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