
O governo de Pernambuco anunciou que, desde a última quinta-feira (27), não há mais espera por leitos de terapia intensiva pediátricos e neonatais na rede pública de saúde. É um avanço, em meio a uma crise de assistência infantil vivida nos últimos meses, que culminou em um decreto de estado de emergência em saúde pública em junho devido à alta demanda por leitos para bebês e crianças com síndrome respiratória aguda grave (SRAG).
A redução na gravidade dos casos é atribuída tanto à sazonalidade de doenças respiratórias quanto ao recesso escolar, limitando a transmissão viral. No entanto, a situação permanece delicada. A ocupação de leitos de UTI pediátricos voltados SRAG é de 94%. Já nos leitos neonatais de terapia intensiva, todos os 111 disponíveis estão ocupados.
Desde o decreto de emergência, 10 novas vagas de UTI infantil foram inauguradas no Memorial Hospital de Goiana. Segundo a Secretaria de Saúde de Pernambuco (SES-PE), a escassez de especialistas em UTI pediátrica tem sido um desafio contínuo para expandir a capacidade de atendimento.
A Fiocruz, informou, por meio do boletim InfoGripe, que o vírus sincicial respiratório (VSR) permanece como o principal patógeno identificado em amostras pediátricas, mas já apresenta sinais de declínio em vários estados brasileiros, sinalizando um alívio potencial na demanda por leitos de terapia intensiva para crianças em todo o país.
Receba notícias direto no celular entrando nos grupos do Diário Gravatá.
Clique na opção preferida:
© 2023 | Conforme Lei nº 9.610/98, todos os direitos deste conteúdo são reservados ao Diário Gravatá. A publicação, redistribuição, transmissão e/ou reescrita sem autorização prévia é proibida.




























