
A Mestra Nilza Bezerra da Bonequinha da Sorte de Gravatá agora é Patrimônio Vivo de Pernambuco, eleita pelo Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE). A representante gravataense foi um dos 10 novos nomes contemplados com a iniciativa, divulgada na última quinta (10) pelo Governo do Estado.
Com um trabalho desenvolvido há 45 anos, Nilza criou a Bonequinha da Sorte, que leva esse nome justamente por ser um amuleto para trazer sorte a quem a carrega. “Quero agradecer por esse reconhecimento que eu tive da bonequinha da sorte, da qual eu sou criadora, porque nunca ninguém tinha reconhecido. O sentimento pra mim é de muita felicidade”, destacou a Mestra Nilza.
Segundo a normativa estabelecida pela CEPPC-PE, os artistas eleitos como Patrimônio Vivo recebem uma pensão vitalícia. Atualmente, o valor é de R$ 2.041,53 para pessoas físicas e R$ 4.083,10 para pessoas jurídicas. Como contrapartida, os artistas participam de programas de ensino e aprendizagem realizados pela Secretaria Estadual de Cultura de Pernambuco (Secult-PE).
Entre os 10 novos patrimônios, constam representantes de diferentes regiões do estado. A Mestra Nilza Bezerra foi escolhida como representante do Agreste Central. A titulação dos novos Patrimônios Vivos será realizada no dia 17 de agosto, Dia Nacional do Patrimônio Histórico, como parte da programação da 16ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, no Teatro de Santa Isabel, no Recife.
Confira os novos “Patrimônios Vivos”:
As Cantadeiras do Povo Indígena Pankararu, de Tacaratu (Sertão de Itaparica);
Afoxé Alafin Oyó, de Olinda;
Reisado da Comunidade Quilombola do Saruê, de Santa Maria da Boa Vista (Sertão do São Francisco);
Caboclinho Canindé de Goiana (Zona da Mata Norte);
Troça Carnavalesca Mista Pitombeira dos Quatro Cantos, de Olinda;
Assisão, de Serra Talhada (Sertão do Pajeú);
Coco de Roda Negros e Negras do Leitão da Carapuça, de Afogados da Ingazeira (Sertão do Pajeú);
Mestra Nilza Bezerra da Bonequinha da Sorte de Gravatá (Agreste Central);
Ilé Axé Oxalá Talabi, de Paulista (Grande Recife);
Mestra Vera Brito, de Vicência (Zona da Mata Norte).
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