
O aterro sanitário de Gravatá, condenado pela Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) e pelo Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) por operar além de sua capacidade e por irregularidades ambientais, permanece em funcionamento devido a uma decisão judicial favorável à gestão Joselito Gomes (Avante). Um pedido de tutela provisória de urgência foi concedido em agosto pelo juiz Jader Marinho dos Santos, da 2ª Vara da Fazenda Pública da Capital, suspendendo a ordem de fechamento do aterro. Assim, foi autorizado o funcionamento regular do aterro sanitário de Gravatá, até uma decisão definitiva sobre o caso.
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A CPRH emitiu uma ordem de interdição para o aterro em 27 de maio deste ano, após inspeção do TCE-PE. A agência determinou o encerramento das atividades do local por ter excedido sua capacidade e por a empresa operadora não atender aos requisitos necessários para a prestação dos serviços, com a determinação de que os resíduos sólidos gerados no município passariam a ser destinados ao aterro sanitário de Caruaru. A interdição foi efetivada em 16 de agosto. Em 22 de agosto, a Justiça acatou um pedido de tutela de urgência e suspendeu os efeitos da decisão da CPRH. Com isso, o aterro continua em funcionamento.
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