
A taxa de desemprego ficou em 9,8% no segundo trimestre de 2022, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (29) pelo IBGE. O número é o menor para o período desde 2015, quando foi de 8,4%.
Ao todo, 1,9 milhão de pessoas passaram a ter um emprego durante o trimestre encerrado. Além disso, o contingente de trabalhadores chegou a 98,3 milhões, recorde desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012. No entanto, 10,1 milhões de pessoas ainda estão na fila por emprego.
Estimada em 39,3 milhões de pessoas, a informalidade também bateu recorde no segundo trimestre deste ano. Comparado ao trimestre anterior, houve um crescimento de 2,8%, o que representa um acréscimo de 1,1 milhão de pessoas. Trabalhadores informais são aqueles sem carteira assinada, empregadores e conta própria sem CNPJ. Já no mercado de trabalho formal, o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado cresceu em 2,6% no trimestre, um acréscimo de 908 mil pessoas.
O rendimento médio real habitual foi estimado em R$ 2.652, o que aponta estabilidade com o primeiro trimestre, entretanto, no acumulado do ano a queda é de 5,1% na renda média do trabalhador.
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