
A taxa de desemprego no Brasil subiu para 8,8% no primeiro trimestre de 2023, aumentando em 15 estados e no Distrito Federal, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (18). Pernambuco registrou a segunda maior taxa de desemprego do país, com 14,1%, superada apenas pela Bahia, com 14,4%. O Nordeste, como um todo, registrou um aumento de 1,4 pontos percentuais na taxa de desemprego, alcançando 12,2%.
A pesquisa também aponta que a informalidade é um fator que intensifica as taxas de desemprego, principalmente nos estados do Nordeste e Norte, onde a informalidade é superior à média nacional de 39,0%. “Regiões onde o trabalho informal tem mais peso tendem a apresentar taxas de desocupação mais altas”, afirma Brito.
Ainda segundo a PNAD Contínua, o número de pessoas ocupadas no país caiu 1,6% em relação ao trimestre anterior, totalizando 97,8 milhões de trabalhadores. Desse total, 68,5% eram empregados, 4,3% eram empregadores, 25,8% eram trabalhadores por conta própria e 1,5% eram trabalhadores familiares auxiliares. As taxas de desocupação seguem maiores entre mulheres, pessoas pretas e pardas, e pessoas com ensino médio incompleto, todos acima da média nacional de 8,8%.
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