
O vereador oposicionista Bruno Sales (Republicanos) denunciou na última terça-feira (14), a partir de relatos de moradores, uma suposta queima de documentos públicos pela gestão Joselito Gomes (Avante). Segundo os relatos, o ato vinha ocorrendo desde a segunda-feira (13) em um loteamento próximo ao aterro sanitário do município.
“Desde ontem, um carro foi estacionado aqui, descarregando caixas de papel. Eles colocaram fogo e passou o dia todo com fumaça. Parou depois, mas agora começou de novo”, relatou um morador em um vídeo divulgado pelo vereador nas redes sociais.
Nas imagens divulgadas por Bruno Sales através das redes sociais, é possível verificar que os documentos que ali estavam sendo queimados, de fato, tratam-se de documentos públicos pertencentes à Prefeitura de Gravatá, inclusive com a marca de identificação da atual gestão municipal. Diante disso, o oposicionista a Joselito Gomes afirmou que encaminhará uma denúncia ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE) sobre os fatos verificados.
A queima de documentos públicos oficiais configura o delito de supressão de documento, conforme o Artigo 305 do Código Penal. Este artigo define que destruir, suprimir ou ocultar, em benefício próprio ou de outra pessoa, ou em prejuízo alheio, documento público ou particular verdadeiro, de que não se podia dispor, é crime. A pena prevista para esse crime é de reclusão de dois a seis anos e multa, se o documento é público.
Gestão Joselito Gomes diz que caso será investigado
Em nota, a gestão de Joselito Gomes (Avante) afirmou que o caso “será investigado e tomadas as devidas providências cabíveis”. A nota também ressaltou o compromisso da administração em zelar por todos os documentos públicos, destacando que há um setor específico para arquivá-los e guardá-los em segurança.
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