
Três adolescentes foram detidos pela Polícia Civil em Gravatá, no Agreste de Pernambuco, após realizarem ameaças em escolas da rede estadual de ensino na última quarta-feira (12).
Um deles foi liberado pelas autoridades, outro dois serão apresentados ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Como medida preventiva, a Polícia realizou buscas nas redes sociais do aluno que foi liberado, mas não encontrou nada que pudesse incriminá-lo. Os outros dois alunos foram conduzidos à Delegacia de Vitória e serão apresentados à Promotoria nesta quinta-feira (13), ficando a cargo do Ministério Público.
O delegado da 65ª Circunscrição de Gravatá, Vitor Hugo Medeiros Galvão, afirmou que os casos envolvendo ameaças a escolas, alunos e professores estão sendo tratados com prioridade e firmeza pela delegacia local. Galvão destacou a importância de responsabilizar os adolescentes que propagam mensagens sobre ataques e incitam pânico social.
“Todos os adolescentes que divulgarem mensagens sobre ataques, criando pânico social, serão responsabilizados por atos infracionais análogos aos crimes de apologia, incitação, ameaça e, conforme o caso (relatado nesta reportagem), terrorismo”, declarou o delegado.
Prevenção
O Governo de Pernambuco disponibilizou o telefone 197, ativo 24 horas por dia, como canal de comunicação para denunciar suspeitas e atos violentos em escolas e creches. Estudantes, responsáveis e professores podem utilizar a ferramenta para reportar incidentes e garantir a segurança nos ambientes educacionais.
Além da linha telefônica, o governo também desenvolveu um protocolo para intensificar o monitoramento de possíveis atos violentos nas instituições de ensino. Essa medida visa aprimorar a prevenção e o combate a ações que coloquem em risco a integridade física e emocional de alunos e profissionais da educação.
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