
Desde a noite da última quarta-feira (30), a cidade de Ipojuca, no Grande Recife, registra protestos e atos de vandalismo. As manifestações acontecem após a morte de uma menina de 6 anos, identificada como Heloísa Gabrielle, que foi baleada enquanto brincava no terraço da casa da avó na comunidade Salinas, em Porto de Galinhas. Ela foi atingida durante, segundo a Polícia Militar, um confronto entre o Bope e suspeitos de tráfico de drogas.
A versão de troca de tiros é contestada pelos moradores da comunidade, que afirmam que o efetivo já chegou atirando ao local. A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar o caso. Enquanto isso, o clima é de tensão em Ipojuca, principalmente, em Porto de Galinhas.
Durante a quinta-feira (31), estabelecimentos ficaram fechados e diversas vias foram bloqueadas com entulhos, galhos e fogo. Ainda ontem, um ônibus que transportava funcionários de hotéis foi incendiado por manifestantes na PE-09, sentido Recife. Segundo o Corpo de Bombeiros, que apagou as chamas do veículo, ninguém ficou ferido.
Por nota, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, informou que a segurança em Porto de Galinhas foi reforçada, com cerca de 250 policiais, 70 viaturas e dois helicópteros. Ele também prestou solidariedade à família de Heloísa. “Quero expressar minha solidariedade à família da menina Heloísa e assegurar que o caso será apurado com o máximo rigor. Estamos trabalhando de forma integrada com nossas forças operativas e reforçando o efetivo para restabelecer a tranquilidade no litoral sul”, disse o governador.
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