
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), os dados do desemprego no trimestre encerrado em abril. Houve uma redução de 0,7 ponto porcentual no período.
Esta é a menor taxa de desemprego para um trimestre encerrado em abril desde 2015, quando a desocupação ficou em 8,1%. A taxa de ocupação, também alcançou seu maior número – 96,5 milhões, a maior taxa da série iniciada em 2012 – uma alta de 1,1% em comparação com o mesmo período do ano passado. Já a taxa de desocupados caiu para 25,3% no ano e está estimada em 11,3 milhões de pessoas.
Por outro lado, o rendimento médio real do trabalhador foi de R$ 2.569, o que significa uma queda de 7,9% em relação ao mesmo trimestre de 2021 (R$ 2.790), mesmo com o crescimento do número de trabalhadores empregados. As principais reduções ocorreram no setor público (-12,4%), seguido pelos empregados com carteira assinada (-4,4%) e pelos sem carteira e conta própria, ambos com recuo de -3,3%.
Outro dado divulgado pelo IBGE foi a taxa de informalidade, que caiu para 40,1% da população ocupada, contra 40,4% no trimestre anterior, mesmo assim, o número está acima da registrada no mesmo período do ano passado (39,3%). Ao todo, há 38,7 milhões de trabalhadores informais no Brasil.
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