
O Ministério da Saúde divulgou na última segunda-feira (2) um boletim epidemiológico referente a doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, dentre elas estão dengue, chikungunya e zika. Todas elas mostraram aumento em casos notificados, comparados ao ano passado.
Foram notificados 542.038 casos prováveis de dengue, entre a primeira e a décima sexta semana epidemiológica, período compreendido entre 2 de janeiro e 23 de abril de 2022. No ano passado, foram registrados 544 mil casos prováveis de dengue durante todo o ano. Número semelhante ao registrado entre a primeira e a décima sexta semana epidemiológica deste ano, com um período empreendido muito menor.
A maior taxa de incidência de dengue foi identificada na Região Centro-Oeste com 920,4 casos por 100 mil habitantes, seguida das regiões Sul (427,2 casos/100 mil habitantes), Sudeste (188,3 casos/100 mil habitantes), Norte (154 casos/100 mil habitantes) e Nordeste (105 casos/100 mil habitantes).
Já a febre chikungunya apresentou um aumento de 40% de casos em relação ao mesmo período do ano passado – de 2 de janeiro a 23 de abril. Foram registrados 47.281 casos prováveis, uma taxa de incidência de 22,2 casos por 100 mil habitantes no país. A região Nordeste teve o maior índice de casos, com 65,9 casos por 100 mil habitantes, seguida das regiões Centro-Oeste (15,6 casos/100 mil habitantes) e Norte (8,4 casos/100 mil habitantes).
Os casos de zika cresceram 53,9% em comparação ao ano passado. A taxa de incidência ficou em 0,99 caso por 100 mil habitantes. Não houve nenhum óbito por zika no Brasil, segundo o relatório.
Desde o início do ano, já foram confirmados 160 óbitos por dengue no país. A chikungunya causou a morte de oito pessoas no país. Já o zika não registrou vítimas, segundo o relatório.
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