
A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) revelou, por meio de boletim epidemiológico, um aumento nos casos prováveis de dengue no estado, com Gravatá sendo um dos municípios destacados com “média incidência” da doença. Esta situação é identificada em municípios que os indicadores apontam entre 100 e 300 casos da doença por 100 mil habitantes.
Além de Gravatá, entre os municípios com média incidência de dengue, constam Fernando de Noronha, Araçoiaba e Belém do São Francisco, indicando uma necessidade de vigilância e ações preventivas nessas cidades. Segundo os dados, até 10 de fevereiro, Pernambuco registrou um salto de mais de 113,4% nos casos em comparação com o mesmo período do ano anterior, totalizando 1.208 ocorrências, das quais 146 foram confirmadas, incluindo quatro com manifestações graves.
A SES-PE, contudo, afirma que, apesar do aumento nos indicadores, a situação ainda não configura uma emergência. A incidência geral de dengue no estado é de 13,3 casos por 100.000 habitantes, um valor bem abaixo do limiar de alta incidência definido pelo Ministério da Saúde, que é de mais de 300 casos por 100.000 habitantes. O relatório também menciona 354 casos prováveis de chikungunya, um aumento de 23,8% em relação a 2023, e 19 casos prováveis de zika, sem confirmações até o momento.
Diante desse cenário, a SES-PE enfatiza a importância de medidas preventivas para controlar a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor dessas doenças. A população é incentivada a adotar práticas como a eliminação de locais de acúmulo de água parada, que servem como criadouros para o mosquito, além de receber adequadamente os agentes de combate às endemias em suas residências.
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