
O ex-prefeito de Gravatá, Joaquim Neto (PSDB), anunciou na quinta-feira (7) que é pré-candidato à Prefeitura de Gravatá nas eleições municipais deste ano. Em entrevista à rádio Nova FM, ele disse que a decisão foi fruto de um consenso do grupo político que o apoia.
Segundo Joaquim Neto, ele decidiu se lançar na disputa após ouvir o desejo da população e as propostas dos seus aliados. Ele também criticou os adversários que duvidaram da sua candidatura e tentaram criar divisões na oposição. “Está dado o recado pra aqueles que propagaram que eu não era candidato inventando candidaturas dizendo que eu ia apoiar eles. A partir de hoje essa conversa acabou. Eu sou pré-candidato”, afirmou ao Programa Zé do Povo, da rádio Nova FM.
O político destacou que o seu objetivo é retomar o desenvolvimento de Gravatá, que considera ter sido interrompido pela gestão Joselito Gomes (PSB).
Joaquim Neto foi prefeito de Gravatá por três mandatos, entre 1997 (assumiu após a morte de Sebastião Martiniano) e 2004 e entre 2017 e 2020, quando foi derrotado por Joselito Gomes. Ele é considerado um dos principais nomes da oposição ao atual prefeito, Joselito Gomes (PSB), que tentará a reeleição. Além de Joselito Gomes e Joaquim Neto, o policial militar Rodolfo Silva, que também foi candidato em 2020, já confirmou sua pré-candidatura ao cargo de prefeito de Gravatá.
O tucano foi candidato a deputado estadual nas eleições de 2022 pelo PSDB, partido da governadora Raquel Lyra, mas saiu derrotado nas urnas e não conseguiu se eleger. Tido como aliado de primeira hora de Raquel, Joaquim foi nomeado presidente do IPA no dia 23 de janeiro de 2023 pela própria governadora, e exonerado do cargo no início deste mês. Atualmente, ele ocupa um cargo de assessor especial na Secretaria da Casa Civil do governo Raquel Lyra.
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