
Mesmo após as fortes chuvas que caíram em Gravatá nos meses de maio e junho, o prefeito do município, Joselito Gomes, decretou situação de emergência por estiagem por um período de 180 dias. A partir do status de emergência por estiagem, o município pode solicitar recursos junto ao governo federal.
De acordo com o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), Gravatá registrou 213.1 milímetros de chuva no mês de maio. Em junho, o número foi ainda maior. No acumulado do mês, o município teve 239.1 milímetros de chuva. Ainda no decreto, o prefeito reconhece que o município recebeu um volume de chuvas considerável para abastecer alguns açudes e barreiros na zona rural da cidade, mas justifica que as águas não são apropriadas para consumo humano.
O prefeito fundamenta a situação de emergência por estiagem pela ausência prolongada de precipitações pluviométricas no município. Ainda no decreto, Joselito Gomes também cita as portarias dos Governos Federal e Estadual, que tratam da situação de emergência em todos os municípios do Agreste e que seguem válidas até o momento. O decreto também considera o parecer nº 012/2022, onde a coordenadoria municipal de Proteção e Defesa Civil recomenda a decretação de situação de emergência por estiagem.
Receba notícias direto no celular entrando nos grupos do Diário Gravatá.
Clique na opção preferida:
© 2022 | Conforme Lei nº 9.610/98, todos os direitos deste conteúdo são reservados ao Diário Gravatá. A publicação, redistribuição, transmissão e/ou reescrita sem autorização prévia é proibida.






























