
A Polícia Civil de Pernambuco intimou Mauricélia Facundes e Michele Facundes, mãe e irmã da primeira-dama de Gravatá, Viviane Facundes, a prestarem depoimento sobre a agressão ao comunicador Marivan Melo. O incidente, registrado pelo próprio comunicador em boletim de ocorrência, aconteceu na última sexta-feira (25), na Rua José Fabiano Bezerra, no bairro Quinze de Novembro. Ambas devem ser ouvidas ainda nesta semana.
O boletim de ocorrência relata que Mauricélia Facundes desferiu golpes de barra de ferro contra Marivan Melo, atingindo-o na cabeça, rosto, costas e braços. Além das agressões físicas, o caso incluiu ameaças de morte, registradas em vídeo pelo comunicador, em que Mauricélia, sogra do prefeito Joselito Gomes (Avante), ameaça explicitamente tirar a vida da vítima. As imagens também mostram Michele Facundes conduzindo um veículo em direção a Marivan e correndo em seguida para tentar agredi-lo. Em entrevista à TV Jornal Caruaru, Michele disse que “não conseguiu bater” na vítima, enquanto Mauricélia justificou seu comportamento afirmando estar “em tempo de enfartar” devido aos ataques de Marivan contra suas filhas.
Posicionamento da defesa
Em nota ao portal G1, a defesa das investigadas acusou Marivan Melo de disseminar informações distorcidas e de provocar conflitos com a primeira-dama e seus familiares. Segundo o comunicado, o Marivan teria feito “declarações ofensivas e provocativas” contra Michele Facundes e descumprido uma ordem judicial ao se aproximar da residência de Mauricélia Facundes na última sexta-feira (25).
A defesa acrescentou ainda:
- Que Mauricélia Facundes teria reagido aos “abusos repetidos” de Marivan, afirmando que foi “levada ao limite” por seus ataques;
- Desde julho de 2024, Marivan teria intensificado suas críticas, usando redes sociais para realizar ataques constantes contra a primeira-dama e seus familiares;
- Que uma ordem judicial proibia Marivan de se aproximar a menos de 200 metros da família do prefeito, medida que, segundo a defesa, foi desrespeitada;
- O histórico judicial do comunicador inclui processos anteriores por injúria e difamação.
Por fim, a defesa disse ter confiança de que a Justiça tomará as medidas cabíveis diante do que consideram “provocações e abusos contínuos” por parte de Marivan Melo.
O caso segue em investigação pela Polícia Civil.
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