
O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) adiou nesta terça-feira (23) o julgamento dos recursos ligados à cassação do vereador Eduardo Cassapa (Mobiliza), eleito em 2024 em Gravatá.
Durante a sessão, os processos que tratam da suposta fraude à cota de gênero nas candidaturas do partido Mobiliza foram retirados de pauta a pedido do relator, desembargador José Ronemberg Travassos da Silva. Não há nova data para análise.
O caso passa por sucessivos adiamentos. Inicialmente, o processo estava sob relatoria do desembargador eleitoral Frederico de Morais Tompson, que deixou a Corte. A responsabilidade foi então transferida ao desembargador José Ronemberg Travassos da Silva.
Houve atraso na análise do mérito por problemas para intimar a ré e pela renúncia de advogados. Em junho, o julgamento chegou a ser pautado, mas foi adiado após pedido do advogado de defesa de Bruna Marques, que alegou problemas de saúde. Posteriormente, o advogado desistiu do caso, afirmando ter sido alvo de uma “tentativa de desmoralização pública”.
Na decisão de primeira instância, a Justiça Eleitoral, por meio da 30ª Zona Eleitoral, pediu a cassação do mandato de Eduardo Cassapa, além da inelegibilidade de Bruna Marques e do ex-vereador Gustavo da Serraria. Se a sentença for confirmada pelo TRE-PE, o suplente Ricardo Malta (PSB) assumirá a vaga na Câmara Municipal.
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