
A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) anunciou um conjunto de medidas emergenciais para enfrentar a crise de abastecimento de água em Gravatá, agravada pela estiagem. As ações incluem a instalação de bombas e a recuperação de equipamentos em barragens para ampliar a vazão de água para 320 litros por segundo, diminuindo o déficit hídrico no município. As medidas foram anunciadas na segunda-feira (9), durante uma visita técnica comandada pelo diretor da Compesa, Daniel Genuino.
Segundo o diretor da Compesa, desde o dia 4 de dezembro, três bombas foram instaladas no sistema de Amaraji, que já estão em operação para reforçar o abastecimento. Outra medida é a reativação do sistema de Cliper, prevista para entrar em operação ainda esta semana, que deverá fornecer uma vazão adicional de 40 litros por segundo.
Além disso, uma segunda bomba será instalada na estação elevatória do Brejão-Araçá, que sofreu atos de vandalismo e roubo na última semana. A previsão é de que uma nova bomba, transportada de Petrolina, seja ativada até 15 de dezembro. Com essas ações, a expectativa é mitigar os impactos da seca e melhorar a distribuição de água na cidade.
De acordo com estimativas da Compesa, Gravatá precisa de 450 litros por segundo para atender à demanda da população. Com os sistemas de Amaraji, Cliper e Araçá em funcionamento, será possível alcançar uma vazão total de aproximadamente 320 litros por segundo, reduzindo o déficit para aproximadamente 130 litros por segundo. A Compesa planeja realizar manobras no sistema para amenizar a situação até que soluções de longo prazo sejam implementadas.
Projetos estruturais resolverão crise de água em Gravatá até julho de 2025, diz presidente da Compesa
O presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Alex Campos, anunciou na última sexta-feira (6), que a estatal de saneamento trabalha em projetos estruturais, com a intenção de solucionar o problema de abastecimento de água na cidade em definitivo, com previsão de pleno funcionamento até julho de 2025. A solução definitiva envolve a interligação da barragem de Serro Azul à adutora do Agreste, que levará água do Rio São Francisco para Gravatá.
“Estamos concluindo um trecho da Adutora do Agreste que vai até Gravatá, trazendo água do Rio São Francisco pela BR-232. A barragem de Serro Azul, que já está sendo testada, também se conectará à Adutora do Agreste. Até o meio do ano que vem, nossa expectativa é alcançar julho com uma solução hídrica definitiva para Gravatá, garantindo água tanto de Serro Azul quanto da adutora do Agreste”, explicou Alex Campos, presidente da Compesa.
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